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Pontos de Interesse
Museus & Espaços Culturais
Casa da Cultura Mirandesa (Receção)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
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Museus & Espaços Culturais
Casa da Cultura Mirandesa (Entrada Interior)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
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Arquitetura / Património Edificado
Muralha do Castelo
A Muralha do Castelo de Miranda do Douro é um dos elementos mais marcantes do antigo sistema defensivo da cidade, testemunhando séculos de história e resistência. Construída para proteger o núcleo medieval, a muralha revela ainda hoje trechos bem preservados que permitem imaginar a dimensão estratégica de Miranda do Douro na fronteira com Espanha. Caminhar junto às suas pedras antigas é revisitar o passado militar da região, apreciar vistas amplas sobre o casario histórico e compreender a importância do castelo como guardião da cidade ao longo dos tempos.
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Monumentos históricos
Barbacã Moderna
A partir do final da Idade Média, começam a usar-se as novas armas de fogo, que forçaram a cidade a responder também com novas estruturas defensivas. Preparada apenas para as armas elásticas medievais, a defesa da entrada principal da cidade obrigou a reforçá-la com uma segunda barbacã, adaptada ao uso de artilharia defensiva, cujas portas, em arco redondo, estavam ladeadas de frestas, em forma de troneiras, que permitiam varrer com fogo rasante o acesso à cidade.
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Pontos de Interesse
Monumentos históricos
Postigo da Barca
Durante a Idade Média, a vila de Miranda possuía apenas duas portas de entrada: uma a norte e outra a oeste. No entanto, quando se tornou cidade episcopal em 1545, as relações com Espanha obrigaram a abertura de uma terceira porta, o Postigo, assim chamado por ser mais pequeno que as outras, consistente num arco apontado, destinado a permitir um acesso mais rápido em barca pelo rio Douro, de onde provém o seu nome. Esta obra foi costeada pelo primeiro bispo de Miranda, Turíbio Lopes, que também mandou construir a calçada que conduzia às margens do rio Douro.
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Monumentos históricos
Muralha (Norte)
A muralha medieval de Miranda do Douro formava, com o seu castelo e portas fortificadas, o perímetro defensivo da cidade antiga. A entrada norte, próxima à zona externa da muralha, marca um dos antigos pontos de acesso à cidade intramuros. Ao longo dos séculos, o traçado urbano que contorna a muralha a norte e a oeste transformou-se numa artéria de circulação moderna — ruas como a que acompanha a muralha norte e a via exterior à zona histórica assinalam ainda hoje a demarcação entre o centro medieval e a expansão mais recente.
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Museus & Espaços Culturais
Casa da Cultura Mirandesa (Sala Piso Superior)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
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Pontos de Interesse
Arquitetura / Património Edificado
Museu da Terra de Miranda (Entrada do Museu)
O Museu da Terra de Miranda é um museu etnográfico situado na cidade de Miranda do Douro. O Museu está situado no centro histórico, e encontra-se instalado na antiga “Domus Municipalis” da cidade, edifício setecentista datado do séc. XVII. O edifício museológico, que se estende ao longo da rua Mouzinho de Albuquerque, deixa transparecer, através da sua estrutura, memórias que nos transportam para a prática e história do seu funcionamento, onde se desempenharam, igualmente, funções de Cadeia Municipal até ao ano de 1790. O edifício recebe, desde o ano de 1982, as coleções etnográficas e arqueológicas cuja narrativa expositiva pretende representar a vida social, cultural, religiosa e económica das comunidades da Terra de Miranda.
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Pontos de Interesse
Arquitetura / Património Edificado
Museu da Terra de Miranda (Museu Sul)
O Museu da Terra de Miranda é um museu etnográfico situado na cidade de Miranda do Douro. O Museu está situado no centro histórico, e encontra-se instalado na antiga “Domus Municipalis” da cidade, edifício setecentista datado do séc. XVII. O edifício museológico, que se estende ao longo da rua Mouzinho de Albuquerque, deixa transparecer, através da sua estrutura, memórias que nos transportam para a prática e história do seu funcionamento, onde se desempenharam, igualmente, funções de Cadeia Municipal até ao ano de 1790. O edifício recebe, desde o ano de 1982, as coleções etnográficas e arqueológicas cuja narrativa expositiva pretende representar a vida social, cultural, religiosa e económica das comunidades da Terra de Miranda.
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Museus & Espaços Culturais
Biblioteca Municipal de Miranda do Douro
A Biblioteca Municipal de Miranda do Douro é um espaço cultural e educativo que serve a comunidade local, promovendo a leitura, o estudo e o acesso à informação. Dispõe de um acervo diversificado de livros, periódicos e materiais digitais, incluindo obras em português e em mirandês. Para além do empréstimo de livros, a biblioteca organiza atividades culturais, oficinas e sessões de leitura, funcionando como um ponto de encontro para habitantes e visitantes, e contribuindo para a preservação e divulgação da identidade cultural da região.
M
Pontos de Interesse
Monumentos históricos
Muralha (Entrada Principal)
A entrada principal das muralhas de Miranda do Douro, situada na zona histórica da cidade, é um vestígio imponente da antiga fortificação medieval que protegia a vila. Esta porta, construída em pedra granítica, apresenta um arco de volta perfeita e um portal robusto, pensado para controlar o acesso à cidade intramuros.
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Pontos de Interesse
Artesanato & Cultura Popular
Fachada Pastores de Miranda
A fachada da Casa da Música Mirandesa exibe um mural vibrante dedicado aos Pastores de Miranda, celebrando a tradição pastoril da região. A pintura representa figuras vestidas com trajes típicos — coletes, camisas de linho e chapéus de feltro — em movimento, com cajados e cães a acompanhar o rebanho de ovelhas e burros mirandeses.
C
Pontos de Interesse
Arquitetura / Património Edificado
Castelo de Miranda do Douro
O castelo de Miranda do Douro terá começado a ser construído em 1294, no reinado de D. Dinis, por altura da fundação da nova vila (1286), no extremo noroeste da vila, a que se associava uma cerca urbana, de planta retangular, destinada a proteger a povoação. O acesso à vila era feito pelas suas duas portas, flanqueadas por duas torres quadrangulares. A porta principal estava associada a uma das torres e era em forma de cotovelo, atributo da arquitetura militar do século XIV. Uma das particularidades da vila medieval era a existência de uma couraça (representada por Duarte d’Armas nos inícios do século XVI), que defendia o acesso dos habitantes ao rio. Nos séculos subsequentes foi sujeito a várias transformações, sobretudo para o adaptar à guerra de artilharia, mas, em 1762, uma violenta explosão no paiol desfigurou partes fundamentais da arquitetura gótica. A fortaleza resistiu às invasões castelhanas, durante as guerras do tempo de D. Fernando I. A obra da torre de menagem é do tempo de João I, como distinção à vila de Miranda, por a sua gente ter levantado a voz em seu favor, ainda como o Mestre de Avis. Em 1641, D. João IV mandou refortificar o castelo e as muralhas do lado oriental. Em maio de 1762, num momento em que a praça tentava resistir às tropas espanholas, o paiol explodiu, destruindo partes da muralha que nunca foram reconstruídas.
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Pontos de Interesse
Monumentos históricos
Homenagem ao Povo Mirandês
Prestar homenagem as gentes do campo da Terra de Miranda é o objectivo primordial duma escultura da autoria de António Nobre, que será colocado na praça D. João III, a sala de visitas da cidade de Miranda do Douro. O investimento ronda os 60 mil euros, sendo da responsabilidade da autarquia local.O conjunto é composto por duas figuras em bronze que estarão em pose de diálogo. Uma das peças representa uma mulher tipicamente mirandesa do campo, vestindo a indumentária tradicional usada na região. O escultor, natural de Sendim, não poupou pormenores, como é caso do xaile ou o lenço atado na cabeça e o tradicional “mandil”, aos ombros. A figura mirandesa transporta, ainda, uns alforges, elemento típico de quem queria comprar ou vender nos mercados populares da cidade mirandesa.A segunda figura representa o homem da cidade envolto na sua tradicional capa de honra. Segundo António Nobre, deste conjunto podem-se tirar várias interpretações de vários sectores da etnografia local, como é o caso da indumentária das personagens. Por outro lado, o homem mirandês era pastor, boieiro ou agricultor e, por este motivo, tinha necessidade de se deslocar às feiras para adquirir o que necessitava para o dia a dia.Por outro lado, encontrava-se com os amigos (daí que as imagens estejam em pose de diálogo) ou fazia o pagamento de impostos na sede de concelho.Além disso, pretende-se perpetuar uma tradição que vai desaparecendo, destacando o vestuário típico mirandês e outros elementos, como é o caso dos tradicionais bardeiros, vassouras feitas em milho muito utilizadas nas cozinhas da região.As duas peças são três vezes maiores do que um cidadão normal e já foram fundidas em bronze, encontrando-se em fase de montagem.As figuras vão passar cerca de duas semana à chuva para que a tonalidade do bronze fique o mais apurada possível, ao passo que a inauguração do conjunto está agendada para Fevereiro.
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Pontos de Interesse
Monumentos históricos
Igreja da Misericórdia
Igreja de Misericórdia construída no séc. XVI e reformada no XVII, com planta retangular composta de nave única e capela-mor, com sala do despacho adossada à fachada lateral esquerda, aberta para a nave através de tribuna. Tem a fachada principal em cantaria, executada por Belchior Fernandes, definida por pilastras coroadas por pináculos, terminada em empena truncada por uma sineira, ainda que o projeto de 1687 tenha definido tripla sineira, que seria abandonada pelos mesários por não ser "decente" nem comum nas Misericórdias da região. É rasgada por portal maneirista, em arco de volta perfeita entre colunas suportando entablamento, encimado por nicho, concheados e pináculos, e duas janelas laterais, já de recorte barroco. O portal substituiu o primitivo que não era central ao templo. Interior com coro-alto, construído em 1766, tribuna no lado do Evangelho, de vão abatido sobre pilastras, tendo no piso térreo a Casa da Tulha e sala de arrumos, púlpito confrontante, com bacia de cantaria e guarda em balaustrada de madeira, duas capelas laterais profundas e duas à face no topo da nave, com retábulos de talha dourada e policroma, barrocos e neoclássico.A capela de Nossa Senhora da Boa Morte tem retábulo em talha policroma, neoclássico, de grande riqueza decorativa e inscrição no intradorso do arco. O retábulo da capela de Nossa Senhora da Misericórdia é barroco, de estilo nacional, mas ostenta ainda, elementos maneiristas, mormente as figurações presentes no painel. O retábulo das Almas, em talha dourada, é barroco e tem interessante composição das almas sendo resgatadas do da boca do Diabo, retratado como monstro negro; ostenta ainda inscrição no arco da capela. O retábulo-mor é também barroco, de estilo nacional, sendo ricamente lavrado ostentando interessante imagem do Santo Cristo da Misericórdia, revelando ainda um excelente trabalho de talha e simultaneamente invulgar remate superior com integração de telas pintadas.