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Castelo de Miranda do Douro
O castelo de Miranda do Douro terá começado a ser construído em 1294, no reinado de D. Dinis, por altura da fundação da nova vila (1286), no extremo noroeste da vila, a que se associava uma cerca urbana, de planta retangular, destinada a proteger a povoação. O acesso à vila era feito pelas suas duas portas, flanqueadas por duas torres quadrangulares. A porta principal estava associada a uma das torres e era em forma de cotovelo, atributo da arquitetura militar do século XIV. Uma das particularidades da vila medieval era a existência de uma couraça (representada por Duarte d’Armas nos inícios do século XVI), que defendia o acesso dos habitantes ao rio. Nos séculos subsequentes foi sujeito a várias transformações, sobretudo para o adaptar à guerra de artilharia, mas, em 1762, uma violenta explosão no paiol desfigurou partes fundamentais da arquitetura gótica. A fortaleza resistiu às invasões castelhanas, durante as guerras do tempo de D. Fernando I. A obra da torre de menagem é do tempo de João I, como distinção à vila de Miranda, por a sua gente ter levantado a voz em seu favor, ainda como o Mestre de Avis. Em 1641, D. João IV mandou refortificar o castelo e as muralhas do lado oriental. Em maio de 1762, num momento em que a praça tentava resistir às tropas espanholas, o paiol explodiu, destruindo partes da muralha que nunca foram reconstruídas.
Miradouro do Penedo Amarelo
O Miradouro do Penedo Amarelo, em Miranda do Douro, oferece uma vista deslumbrante sobre o rio Douro e as imponentes arribas que o ladeiam. Situado numa zona tranquila e de fácil acesso, é um local ideal para contemplar a paisagem natural e apreciar o pôr do sol. Integra-se nos percursos pedestres da região, sendo um ponto de paragem obrigatório para quem visita o Parque Natural do Douro Internacional.
Homenagem ao Povo Mirandês
Prestar homenagem as gentes do campo da Terra de Miranda é o objectivo primordial duma escultura da autoria de António Nobre, que será colocado na praça D. João III, a sala de visitas da cidade de Miranda do Douro. O investimento ronda os 60 mil euros, sendo da responsabilidade da autarquia local.O conjunto é composto por duas figuras em bronze que estarão em pose de diálogo. Uma das peças representa uma mulher tipicamente mirandesa do campo, vestindo a indumentária tradicional usada na região. O escultor, natural de Sendim, não poupou pormenores, como é caso do xaile ou o lenço atado na cabeça e o tradicional “mandil”, aos ombros. A figura mirandesa transporta, ainda, uns alforges, elemento típico de quem queria comprar ou vender nos mercados populares da cidade mirandesa.A segunda figura representa o homem da cidade envolto na sua tradicional capa de honra. Preservar vestuário Segundo António Nobre, deste conjunto podem-se tirar várias interpretações de vários sectores da etnografia local, como é o caso da indumentária das personagens. Por outro lado, o homem mirandês era pastor, boieiro ou agricultor e, por este motivo, tinha necessidade de se deslocar às feiras para adquirir o que necessitava para o dia a dia.Por outro lado, encontrava-se com os amigos (daí que as imagens estejam em pose de diálogo) ou fazia o pagamento de impostos na sede de concelho.Além disso, pretende-se perpetuar uma tradição que vai desaparecendo, destacando o vestuário típico mirandês e outros elementos, como é o caso dos tradicionais bardeiros, vassouras feitas em milho muito utilizadas nas cozinhas da região.As duas peças são três vezes maiores do que um cidadão normal e já foram fundidas em bronze, encontrando-se em fase de montagem.As figuras vão passar cerca de duas semana à chuva para que a tonalidade do bronze fique o mais apurada possível, ao passo que a inauguração do conjunto está agendada para Fevereiro.
Bombeiros Voluntários de Miranda do Douro
Os Bombeiros Voluntários de Miranda do Douro são uma instituição vital para a segurança e assistência à população local e das aldeias circundantes. Com um papel crucial na resposta a emergências, o seu trabalho estende-se a diversas áreas, como o combate a incêndios, o socorro pré-hospitalar e o apoio em operações de busca e salvamento. A corporação é composta por elementos dedicados, que se mantêm em prontidão para intervir rapidamente, garantindo a proteção de pessoas e bens numa região de Trás-os-Montes com características geográficas e demográficas próprias. A sua presença é um pilar da comunidade, refletindo um forte espírito de voluntariado e serviço público.
Mercado Municipal de Miranda do Douro
O Mercado Municipal de Miranda do Douro é o local onde pode encontrar produtos regionais, desta região tão peculiar de Portugal: folar de carne e bolas de pão, bola doce mirandesa e doçaria regional, produtos de fumeiro, doces, mel e compotas, vinhos e licores, queijos, mel, frutos secos, fruta e legumes frescos de produtores locais, entre outros. Miranda do Douro (em mirandês Miranda de l Douro) é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, na chamada Terra de Miranda. O município de Miranda do Douro é limitado a nordeste e sueste pela Espanha, a sudoeste pelo município de Mogadouro e a noroeste por terras de Vimioso.
Fachada Capas D’Honra
A Fachada Capas D’Honra, na Rua do Penedo Amarelo, é uma pintura mural que celebra a tradição da Capa de Honras mirandesa. A obra retrata as cores e padrões característicos das capas tradicionais, evocando a identidade cultural de Miranda do Douro e o seu património têxtil.
Aranda de Duero
A Avenida Aranda del Duero, em Miranda do Douro, é uma via que liga o bairro Comercial à zona histórica da cidade, situada dentro das muralhas medievais. Funciona como um corredor urbano que permite a ligação entre a vida contemporânea da cidade e o seu património histórico, oferecendo aos passantes vistas do traçado antigo e das construções tradicionais mirandesas.
Igreja da Misericórdia
Igreja de Misericórdia construída no séc. XVI e reformada no XVII, com planta retangular composta de nave única e capela-mor, com sala do despacho adossada à fachada lateral esquerda, aberta para a nave através de tribuna. Tem a fachada principal em cantaria, executada por Belchior Fernandes, definida por pilastras coroadas por pináculos, terminada em empena truncada por uma sineira, ainda que o projeto de 1687 tenha definido tripla sineira, que seria abandonada pelos mesários por não ser "decente" nem comum nas Misericórdias da região. É rasgada por portal maneirista, em arco de volta perfeita entre colunas suportando entablamento, encimado por nicho, concheados e pináculos, e duas janelas laterais, já de recorte barroco. O portal substituiu o primitivo que não era central ao templo. Interior com coro-alto, construído em 1766, tribuna no lado do Evangelho, de vão abatido sobre pilastras, tendo no piso térreo a Casa da Tulha e sala de arrumos, púlpito confrontante, com bacia de cantaria e guarda em balaustrada de madeira, duas capelas laterais profundas e duas à face no topo da nave, com retábulos de talha dourada e policroma, barrocos e neoclássico. A capela de Nossa Senhora da Boa Morte tem retábulo em talha policroma, neoclássico, de grande riqueza decorativa e inscrição no intradorso do arco. O retábulo da capela de Nossa Senhora da Misericórdia é barroco, de estilo nacional, mas ostenta ainda, elementos maneiristas, mormente as figurações presentes no painel. O retábulo das Almas, em talha dourada, é barroco e tem interessante composição das almas sendo resgatadas do da boca do Diabo, retratado como monstro negro; ostenta ainda inscrição no arco da capela. O retábulo-mor é também barroco, de estilo nacional, sendo ricamente lavrado ostentando interessante imagem do Santo Cristo da Misericórdia, revelando ainda um excelente trabalho de talha e simultaneamente invulgar remate superior com integração de telas pintadas.
Postigo da Barca
Durante a Idade Média, a vila de Miranda possuía apenas duas portas de entrada: uma a norte e outra a oeste. No entanto, quando se tornou cidade episcopal em 1545, as relações com Espanha obrigaram a abertura de uma terceira porta, o Postigo, assim chamado por ser mais pequeno que as outras, consistente num arco apontado, destinado a permitir um acesso mais rápido em barca pelo rio Douro, de onde provém o seu nome. Esta obra foi costeada pelo primeiro bispo de Miranda, Turíbio Lopes, que também mandou construir a calçada que conduzia às margens do rio Douro.
Fachada Pauliteiros de Miranda
A fachada da Casa da Cultura Mirandesa exibe um mural dedicado aos Pauliteiros de Miranda — uma homenagem à dança tradicional que define a identidade da Terra de Miranda. A pintura representa vários pauliteiros envergando os trajes típicos: saias bordadas, coletes de pardo, camisas de linho, botas de pele e chapéus enfeitados com flores.
Fachada Papa Francisco
A fachada da Casa da Cultura Mirandesa recebeu recentemente uma nova pintura mural que retrata o Papa Francisco envergando a tradicional Capa de Honras Mirandesa. A imagem mostra o Papa vestido com esta peça emblemática da terra – uma capa de burel, símbolo forte da identidade mirandesa – valorizando o facto de essa peça, própria da cultura local, ter chegado até ao Vaticano.
Capela de Santa Cruz
A Capela de Santa Cruz, situada em Miranda do Douro, é um pequeno templo de traça barroca que integra o conjunto patrimonial religioso da cidade. De planta simples e longitudinal, apresenta uma nave única e uma capela-mor retangular, complementadas por uma sacristia igualmente modesta. A fachada, construída em cantaria aparelhada, termina em empena e é marcada por um portal de arco pleno, enquadrado por pilastras dóricas que sustentam um entablamento do mesmo estilo, rematado por um frontão triangular interrompido.
Muralha (Norte)
A muralha medieval de Miranda do Douro formava, com o seu castelo e portas fortificadas, o perímetro defensivo da cidade antiga. A entrada norte, próxima à zona externa da muralha, marca um dos antigos pontos de acesso à cidade intramuros. Ao longo dos séculos, o traçado urbano que contorna a muralha a norte e a oeste transformou-se numa artéria de circulação moderna — ruas como a que acompanha a muralha norte e a via exterior à zona histórica assinalam ainda hoje a demarcação entre o centro medieval e a expansão mais recente.
Casa da Música Mirandesa
A Casa da Música Mirandesa, instalada no Largo do Castelo, em Miranda do Douro, é um centro cultural dedicado à promoção da música tradicional e da cultura da Terra de Miranda. Neste espaço — que ocupa o edifício da antiga escola primária — realizam-se atividades como concertos, residências artísticas, oficinas de instrumentos e eventos musicais, com especial atenção aos sons e à língua mirandesas.
Fachada Pastores de Miranda
A fachada da Casa da Música Mirandesa exibe um mural vibrante dedicado aos Pastores de Miranda, celebrando a tradição pastoril da região. A pintura representa figuras vestidas com trajes típicos — coletes, camisas de linho e chapéus de feltro — em movimento, com cajados e cães a acompanhar o rebanho de ovelhas e burros mirandeses.
Muralha (Entrada Principal)
A entrada principal das muralhas de Miranda do Douro, situada na zona histórica da cidade, é um vestígio imponente da antiga fortificação medieval que protegia a vila. Esta porta, construída em pedra granítica, apresenta um arco de volta perfeita e um portal robusto, pensado para controlar o acesso à cidade intramuros.
Barbacã Moderna
A partir do final da Idade Média, começam a usar-se as novas armas de fogo, que forçaram a cidade a responder também com novas estruturas defensivas. Preparada apenas para as armas elásticas medievais, a defesa da entrada principal da cidade obrigou a reforçá-la com uma segunda barbacã, adaptada ao uso de artilharia defensiva, cujas portas, em arco redondo, estavam ladeadas de frestas, em forma de troneiras, que permitiam varrer com fogo rasante o acesso à cidade.
Antigo Paço Episcopal
Os primeiros bispos de Miranda tiveram de habitar no Castelo. Só em 1601 se inicia a construção do Paço Episcopal e do Seminário. Quando ficou pronto, mais de um século depois, a sua opulência não era inferior à da Sé, cujo estilo, renascentista, imitou. O Paço desenvolvia-se em torno de um pátio central, cingido por um claustro em arcaria rebaixada, sobre colunas monolíticas. E, embora muito abalado por incêndios sucessivos, durante os sécs. XVII e XVIII, foi a transferência definitiva da sede da Diocese para Bragança, em 1780, que o fez entrar em ruína acelerada. A sombra da sua monumentalidade projeta-se hoje ainda no claustro e no pórtico do Seminário. Mas, não obstante o estado de ruína, o seu poder simbólico mantém-se porque os bispos continuaram sempre a gravar o seu nome no respetivo memorial, à entrada do pórtico renascentista do primeiro Paço Episcopal da Diocese.
Parque de Miranda do Douro
O Parque de Miranda do Douro é um espaço verde que oferece áreas de lazer e contacto com a natureza, ideal para passeios, descanso e convívio. Com percursos pedonais, zonas ajardinadas e vistas sobre a paisagem envolvente, o parque integra-se harmoniosamente na cidade, proporcionando um ponto de encontro entre a vida urbana e o ambiente natural da região.
Muralha (Sul)
A entrada sul da muralha de Miranda do Douro é um dos antigos acessos à cidade histórica, situada na zona muralhada que delimitava o núcleo medieval. Construída em pedra, apresenta um arco de volta perfeita e vestígios das antigas ameias e torres defensivas que protegiam a cidade. Este ponto permitia controlar o trânsito de pessoas e mercadorias, garantindo segurança intramuros. Hoje, a entrada sul mantém-se como testemunho do passado fortificado de Miranda do Douro, integrando-se no percurso turístico e histórico da cidade.
Biblioteca Municipal de Miranda do Douro
A Biblioteca Municipal de Miranda do Douro é um espaço cultural e educativo que serve a comunidade local, promovendo a leitura, o estudo e o acesso à informação. Dispõe de um acervo diversificado de livros, periódicos e materiais digitais, incluindo obras em português e em mirandês. Para além do empréstimo de livros, a biblioteca organiza atividades culturais, oficinas e sessões de leitura, funcionando como um ponto de encontro para habitantes e visitantes, e contribuindo para a preservação e divulgação da identidade cultural da região.
Miradouro da Sé Catedral
Situado Junto á Sé catedral de Miranda do Douro descobrimos uma magnifica paisagem cujo olhar se prenderá ao chamado penedo amarelo quase a cair no Douro. Quem o vê dirá que este foi picado por mão humana, um enorme “2“que mantém os mistérios das redondezas.
Jardim do Castelo de Miranda
O Jardim do Castelo de Miranda do Douro situa-se nas imediações da antiga fortificação e oferece um espaço verde de lazer e contemplação da paisagem. Com árvores, áreas ajardinadas e percursos pedonais, o jardim proporciona vistas sobre a cidade histórica, as muralhas e o vale do rio Douro. É um local de convívio e descanso, que combina natureza e património, permitindo aos visitantes apreciar tanto a tranquilidade do espaço como a imponência do castelo e do centro histórico da cidade.
Torre (Vista Sul)
Torre (Vista Norte)
Casa da Lingua Mirandesa
Concatedral de Miranda do Douro (Entrada Lateral)
Concatedral de Miranda do Douro
A Igreja de Miranda do Douro, antiga Sé de Miranda do Douro ou Concatedral de Miranda do Douro, é um templo católico localizado na cidade de Miranda do Douro, nordeste de Portugal. A construção da igreja teve início em 1552, tendo sido concluída na última década do século XVI.
Museu da Terra de Miranda (Entrada do Museu)
O Museu da Terra de Miranda é um museu etnográfico situado na cidade de Miranda do Douro. O Museu está situado no centro histórico, e encontra-se instalado na antiga “Domus Municipalis” da cidade, edifício setecentista datado do séc. XVII. O edifício museológico, que se estende ao longo da rua Mouzinho de Albuquerque, deixa transparecer, através da sua estrutura, memórias que nos transportam para a prática e história do seu funcionamento, onde se desempenharam, igualmente, funções de Cadeia Municipal até ao ano de 1790. O edifício recebe, desde o ano de 1982, as coleções etnográficas e arqueológicas cuja narrativa expositiva pretende representar a vida social, cultural, religiosa e económica das comunidades da Terra de Miranda.
Museu da Terra de Miranda (Museu Sul)
O Museu da Terra de Miranda é um museu etnográfico situado na cidade de Miranda do Douro. O Museu está situado no centro histórico, e encontra-se instalado na antiga “Domus Municipalis” da cidade, edifício setecentista datado do séc. XVII. O edifício museológico, que se estende ao longo da rua Mouzinho de Albuquerque, deixa transparecer, através da sua estrutura, memórias que nos transportam para a prática e história do seu funcionamento, onde se desempenharam, igualmente, funções de Cadeia Municipal até ao ano de 1790. O edifício recebe, desde o ano de 1982, as coleções etnográficas e arqueológicas cuja narrativa expositiva pretende representar a vida social, cultural, religiosa e económica das comunidades da Terra de Miranda.
Porta do Castelo
A Porta do Castelo é uma das entradas históricas mais emblemáticas de Miranda do Douro, integrando o antigo sistema amuralhado que protegia o núcleo medieval da cidade. Com a sua estrutura em arco e paredes robustas, revela a importância defensiva que este acesso teve ao longo dos séculos, servindo tanto para controlar a circulação como para reforçar a segurança do castelo e da população. Hoje, atravessar a Porta do Castelo é fazer uma viagem ao passado, percebendo a organização urbana medieval e a forma como a cidade se adaptou à sua posição estratégica na fronteira.
Muralha do Castelo
A Muralha do Castelo de Miranda do Douro é um dos elementos mais marcantes do antigo sistema defensivo da cidade, testemunhando séculos de história e resistência. Construída para proteger o núcleo medieval, a muralha revela ainda hoje trechos bem preservados que permitem imaginar a dimensão estratégica de Miranda do Douro na fronteira com Espanha. Caminhar junto às suas pedras antigas é revisitar o passado militar da região, apreciar vistas amplas sobre o casario histórico e compreender a importância do castelo como guardião da cidade ao longo dos tempos.
Jardim Norte do Castelo
O Jardim Norte do Castelo, em Miranda do Douro, é um agradável espaço verde situado junto às antigas muralhas, oferecendo um ambiente tranquilo e uma vista privilegiada sobre a paisagem envolvente. O jardim combina áreas ajardinadas, caminhos pedonais e zonas de descanso que convidam a passeios relaxados enquanto se aprecia a imponência histórica do castelo. É um local ideal para contemplar a harmonia entre natureza e património, servindo também como ponto de partida para explorar o centro histórico da cidade.
Casa da Cultura Mirandesa (Entrada Exterior)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
Casa da Cultura Mirandesa (Entrada Interior)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
Casa da Cultura Mirandesa (Receção)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
Casa da Cultura Mirandesa (Sala Piso Inferior)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
Casa da Cultura Mirandesa (Sala Piso Superior)
A Casa da Cultura Mirandesa, instalada no antigo edifício da alfândega de Miranda do Douro — uma construção com origem no século XV — é hoje um dos principais espaços dedicados à preservação e promoção da identidade cultural da Terra de Miranda. Restaurada e adaptada, acolhe exposições de arte, mostras etnográficas, iniciativas ligadas à língua mirandesa, apresentações literárias e vários eventos culturais que reforçam a memória, as tradições e a expressão artística da região, assumindo-se como um ponto de encontro entre o património histórico e a dinâmica cultural contemporânea da cidade.
Fachada Burros de Miranda
A pintura mural que ocupa a fachada do Mercado Municipal de Miranda do Douro destaca os Burros de Miranda, uma raça autóctone emblemática do Planalto Mirandês e um dos mais fortes símbolos da identidade local. A obra valoriza o papel histórico destes animais na vida rural, associados ao trabalho agrícola, ao transporte e à subsistência das populações. Ao integrar esta representação num edifício público central da cidade, a pintura assume-se como um elemento de afirmação cultural, celebrando a preservação das tradições, da biodiversidade e da memória coletiva de Miranda do Douro.
Rua do Penedo Amarelo
A Rua do Penedo Amarelo destaca-se como um elemento significativo do tecido urbano de Miranda do Douro, evocando a relação íntima entre a vila e a sua envolvente natural. O nome da rua remete para a presença do penedo de tonalidade amarelada, elemento geológico distintivo que integra a memória coletiva local. Este espaço urbano reflete a evolução histórica da cidade, onde a arquitetura tradicional e o traçado da rua se articulam com a paisagem, contribuindo para a valorização do património cultural e identitário de Miranda do Douro.
Letreiro de Miranda do Douro
O letreiro à entrada de Miranda do Douro é um símbolo marcante que dá as boas-vindas a quem chega à cidade. Destaca-se pela sua visibilidade e design, refletindo a identidade única da região e valorizando a riqueza cultural, histórica e paisagística que caracteriza esta zona do país.